Eduardo Cunha exercerá direito de votar em Plenário durante processo de impeachment

Presidente da Câmara recordou caso do ex-presidente Collor, quando Ibsen Pinheiro, então presidente da Casa, também votou. Cunha também comentou sobre polêmico pedido de afastamento do vice-presidente Michel Temer. OUÇA A ENTREVISTA

BRASÍLIA — Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), exercerá direito de votar em Plenário durante processo de impeachment da presidenta Dilma. Ele reforçou que o mesmo foi feito, em 1994, por Ibsen Pinheiro, quando este, no dia 29 de setembro de 1992, integrou o rol dos 441 deputados que votaram a favor do afastamento do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Apenas 33 parlamentares foram contrários ao afastamento de Collor.

Cunha também comentou sobre a polêmica criação de uma comissão especial que analisaria o pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temner, como determinara o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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